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sábado, 2 de outubro de 2010

Expressão Corporal

nota mental: Tá, eu sei que estou hiper atrasado com meus posts-aulas, que eu sou vagabundo, preguiçoso, mas e daí??? eu rascunhei em tópicos as aulas para eu não me esquecer completamente, mas também não lembrarei com detalhes. assim, vai o óbvio da aula:

Alongamento como sempre;

aquecimento: jogo de pega-pega (ou qualquer outro jogo que envolva todo o grupo)

aquecimento 2: caminhada rápida, correndo, stop e Articulações (2x ou + )

Depois, continuando andando pelo ambiente de ensaio, explora os diferentes jeitos de caminhar e se locomover. e a cada PALMA da prof, propoe-se uma nova maneira de caminhar, andar. E assim vai umas 10x a mais. (pode incorporar um bastão batendo no chão para ditar o ritmo da caminhada, e assim, propor caminhadas rapidas e lentas, a cada jeito diferente).

Logo, volta-se ao explorar da movimentação do seu personagem de cena. Busca descobrir novos jeitos de se locomover, gesticular, e/ou aprimorar o jeito já proposto, dando maiores ênfases no que já foi proposto e melhorando cada vez mais.

Então que, conforme caminha pelo ambiente de ensaio (como o personagem) já vai recitando o texto decorado (se possível já com a voz proposta para o personagem – vide aula de técnica vocal anterior). A prof então pediu para que nos exercitássemos jogando o bambu(bastão) conforme íamos recitando o texto da cena (isso, com os companheiros de cena) (e parados).

E depois de então terminar de recitar as fala da cena inteira, é a vez de time para um break, ou seja, beber água e próxima aula:

=> Prox Post: Segunda, 8h (tá programado, então terá mesmo!!!)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Expressão Corporal

Alongamentos

Aquecimento: caminhada rápida, quase correndo, um STOP e articulações (3x).

depois, esticar a mão à frente e imaginar que segura uma bandeja cheia de copos. E então, explorar a movimentação de tal bandeja pelos planos alto,médio e baixo de todos os modos possíveis. Ao final do exercício, guarda a bandeja no bolso =P

Depois caminhando igual ao personagem, explorando seus movimentos, propondo novos jeitos de se mexer com o persoangem.

Então, recitar o texto decorado, enquanto caminha como o personagem. E então, agrupando-se com o grupo de cena, e um bambu (bastão) em mãos, joga-o de mão em mão enquanto vai recitando todo o texto decorado em ordem sequencial de persoangens. Para dificultar um pouco mais, põe-se mais outro bastão, ficando com 2 por grupo de cena, enquanto recitam o texto decorado.

Ao fim, descanso para água e próx aula. ufaa…

=> Prox Post: Sabado, 8h

sábado, 18 de setembro de 2010

Shakespeare: Ensaio e Criação de Cena

Antes de começar a desenvolver a cena de onde tínhamos parado, começamos a recitar o texto decorado. Ah, com um porém: jogando o bambu (um bastão) para cada membro da cena, e então recitando os versos do texto decorados e entonados. (ou usando este tempo para decorar) – a técnica de decorar textos do bambu! afff… hahahah

Bem, depois de passar o texto inteiro, então enfim começamos a ensaiar e a desenvolver o que precisava ser desenvolvido para a cena. Limpamos algumas posições, arrumamos algumas arestas, demos um sentido claro para o objeto que usamos em cena, acrecetamos outros objetos, ah, e claro, usamos a corporalidade do personagem (desenvolvida na aula anterior – vide post anterior) para nos movimentar pela cena, pelo ensaio.

Com o texto decorado, é mais facil de criar, improvisar, e dar novos artifícios à sonoridade da cena, à fala do personagem, sempre, claro, seguindo as intenções do personagem.

Ao desenvolver, improvisando, as pequenas partes de cena, íamos já marcando a movimentação da cena (sequencia de movimentos) para sempre que repetirmos (ensaiar) fazer sempre igual, com mesma energia, concentração, tônus.

E assim ensaiamos e melhoramos a cena até certa parte, definimo-a, tornamos a repassa-la para memorizar. E antes de começar a criar as demais partes da cena (o restante que ainda não foi criado), tivemos que apresentar o que foi feito para a prof e demais alunos-atores (de outras cenas) para que eles vissem o que tínhamos feito.

Assim, apresentamos.

Depois, a prof comentou sobre as demarcações, sobre os objetos em cena, sobre o texto decorado… deu-nos alguma dica de melhorar este e este ponto. E assim foi.

Os demais grupos (outras cenas) também se apresentaram, e este ainda estão rascunhando uma corporalidade da cena, achando o que fazer, como fazer. A prof lhes dirigiu a cena, arrumando algumas posições, alguns movimentos.

E a dica geral para todos os alunos-atores foi: decorar o texto, mas não pausadamente palavra por palavra. Mas entendê-lo as intenções e assim também usar estas intenções em cena. Não adianta falar: “ó Romeu, meu amor” decoradinho palavra-por-palavra se a frase não surte algum efeito. O texto decorado deve ser verbalizado com intenção e entonação. Principalmente com intenção!!!! A intenção que o personagem tem, mediante a interpretação que o ator fez de tal texto do personagem. Deve-se fazer SUAS [do ator interpretando] as palavras do texto do autor, para que a interpretação do personagem surta efeito, e as palavras faladas sejam dele [do persoangem]. Assim, até é mais facil decorar o texto! O decorar não é mecanico, mas organico, junto com a interpretação, entonação e intenção. Deve-se compreender o texto e então decora-o. Se não compreender, não vais decorar senão palavras avulsas. #fikadika

=>Prox Post: Segunda, 8h

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Leitura Dramática

Enfim então veio uma aula calma.

Esta aula, como o próprio nome diz, foi conduzida uma leitura dramática da cena que o grupo A e grupo B farão.

Sentamos em circulo, e começamos a ler. A cada fala de persoangem, (na qual o aluno-ator responsável lia seu respectivo personagem) a prof ajudava ao aluno-ator a entender a entonação, intenção da fala. Trazer à tona a personalidade do personagem para que o aluno-ator entendesse-o e assim pudesse pegar a expressão sonora do personagem em questão.

E assim foi com as duas cenas que serão feitas.

Ao final, foi pedido para que re-lessemos as cenas, decorássemos as falas, entendêssemos as intenções do personagem na cena e tudo isso pro feriadão (embora esta postagem esteja sendo lançada na quarta-feira, pós-feriadão).

Bem dai foi isso.

=>Prox Post: Sexta, 8h

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Shakespeare – Montando Cena

Enfim uma aula legaaaaaaalll  \o/
Tá, não foi óóó aquela legalzera, mas deu pro gasto.
Começou com o grupo todo sentado em circulo e a prof dando as orientações: dividiríamos em grupos, e cada grupo ficaria com uma cena (que contem varios personagens). Assim, ela nos dividiu e já decidiu até qual personagem faríamos (assim nao tem briga nenhuma por personagem =P )
Depois disso, nos orientou:
LER A CENA, sendo que o grupo leria e entenderia a questão central da cena, sem preocupações de decorar falas, por enquanto.
FAZER UM BRAINSTORM com o que cada um do grupo pensou para a realização da cena, como pensaram, o que fazer, etc etc.
PARTIR PARA IMPROVISAÇÃO, tendo como base as idéias do brainstorm e o fio condutor que é a cena propriamente dita. A improvisação é interessante quando segue a linha da criação provinda das aulas de expressão corporal, lembrando dos caminhares, trejeitos, e criações das articulações. Na  improvisação, não necessariamente precisa seguir uma norma pre-definida em o que fazer em cena (que pode ser provinda do brainstorm), mas como o proprio nome diz, é uma improvisação, uma criação pelo grupo.
A proposta deste início de trabalho é criar o início da cena, mas não se preocupando em ficar preso no texto, no que o roteiro diz, mas ir além das palavras e “rascunhar” um início de cena “corporalmente expressivo”, e não somente ficando preso no texto proclamado (declamatório).
Então ficamos um bom tempo ensaiando a tal cena, para que no final da aula apresentassemos o tal ‘rascunho do início da cena’ para a prof e demais outros alunos-atores que cuidavam de outra cena.
Bem, uma dika que deixo [por mim, ou seja, não faz parte da aula, então se quiserem não dar ouvidos a esta dika, fiquem a vontade e me xinguem a vontade =P], foi a qual tivemos que superar o meu grupo e eu durante o tempo de ensaio para criar o rascunho de nossa cena: nossa principal dificuldade foi improvisar sobre a cena escrita. Como fugir de marcações que no Brainstorm delimitamos por estar preso ao texto? tentamos não seguir marcações, mas cada membro do grupo, ator da cena, deveria cuidar de seu ‘personagem’, criando uma expressividade corporal para ele[personagem] e seguir o fluxo conforme a improvisação sobre a cena acontecesse. E assim o fizemos, contudo estavamos ainda presos à influencia de época, filme, e toda a base teorica que tivemos em pesquisa. Ainda não conseguimos criar improvisavelmente. Até que, lembrando daquele termo “criatividade total”, deu aloka e tentamos refazer a cena não seguindo nenhum contexto exterior ao texto. Tentamos seguir nossa ‘piração’ da arte de criar (provinda das aulas de expressão corporal, das articulações, dos treijeitos de andar). E assim, conseguimos, exagerando um pouco, claro, rascunhar a cena proposta usando de uma expressividade corporal interessante visualmente. Para se ter idéia, a cena até engraçada ficou ^^
Bem, por fim, apresentamos o ‘rascunho’ da cena, a prof e demais público comentou o que achou da proposta, etc, e então – depois de ver a outra cena tb – dai veio um ‘dever de casa’ da prof, que é:
Decorar o texto: entendê-lo completamente e vir a decorar; / e trazer um objeto na prox aula para que auxilie o desenvolvimento expressivo do personagem na cena.
e dai fim da aula ^^
=> Prox Post: Segunda, 8h
obs: como semana que vem terá feriado, então na prox semana tbm terá menos post =P

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Expressão Corporal e Shakespeare

a aula foi bem normal: alongamento em duplas, dai o aquecimento pela brincadeira de pegar a batata-da-perna do outro (tipo um pega-pega). Depois veio o jogo das trocas do bambu, e então caminhando rapido, veio as articulações.

Depois desse mantra, veio o exercício de exploração do gestual: a partir de uma musica e da imaginação de estar num bosque, achar um jeito diferente e inusitado de caminhar e que esse novo meio de caminhar traga consigo trejeitos para um ‘personagem’: desde movimentos corporais, mas faciais tbm, jeito de olhar e encarar o bosque e as criaturas que habitam. Mas não ficar somente com um único personagem, mas mudar e tentar outros trejeitos e outros caminhares. Experimentar era a palavra de ordem. Experimentar, criar corporalmente, comportamentos, jeitos… rascunhar bastante, para na hora de tiver que criar para o ensaio da cena da peça, já tenha algum rascunho interessante em mente, cartas na manga e não ficar tentando na hora.

Depois de umas 3, 4 musicas que ficamos a improvisar, então a prof pediu para terminar o exercício. Alongamos para relaxar o corpo no final e sentamos em circulo para discutirmos o que cada um achou, do exercicio, dificuldades, facilidades, o que achou, o que não achou, etc etc etc… e fim de aula.

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A Aula de shakespeare foi tbm bem tranquila:

terminaram a de apresentar a pesquisa, o restante que faltava. E entre as apresentações, (que maioria foi sobre a peça “sonhos de uma noite de verão” que tínhamos lido e assistido ao filme) então ficavamos a dialogar sobre o enredo, os personagens, tramas, porque disso, dakilo, etc etc etc. Foi particularmente interessante, pois houve uma bela discussão acerca da peça. (discussão aqui no sinonimo de conversa séria).

Depois dessa quase 1h ou mais de apresentações e discussões, então a prof começou já a separar cenas da peça que serão trabalhadas nas proximas aulas. Serão 4 cenas do texto, que englobam a maior parte dos persoangens principais. Não faremos a peça inteira (novamente) mas quem sabe num futuro prox… né? rs

Lemos então as tais cenas escolhida pela prof, lemos, porém ainda não compreendemos. Então o dever de casa ficou em re-ler e estudar as cenas, entender, entonar as falas, e entender do que tanto se trata a cena. para que então na prox aula, possamos já começar (enfim) a montar a cena.

E fim de aula =P

=> PRox Post: Quarta, 8h – se eu estiver bem para escrever… como percebem, estou um tanto mais objetivo nas descrições pq, tipo, já tem mta coisa descrita em posts anteriores. O que não houver, entao eu descreverei com certeza.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Shakespeare, 2 aulas em 1 post.

Primeira aula:
Enfim decidimos, sentados em círculo, qual o texto que faremos. Será “Sonhos de uma noite de verão” com talvez um enxerto da “Comédia dos Erros” dentro da peça anterior.
Bem, decidido qual texto, então veio a parte mais teorica do estudo. dividimos em tópicos uma grande pesquisa a ser feita pelos alunos-atores sobre shakespeare e tudo o mais que possa nos interessar saber sobre a época, etc, etc, etc.
Os tópicos a serem pesquisados por nós, são: época e contexto histórico do tempo renascentista; musicas e estilo musical dessa época; biografia geral de shakespeare; sobre o teatro elisabetano; sobre a interpretação no teatro elisabetano; sobre a indumentária (roupas) da época renascentista; sobre o espaço cênico no teatro elisabetano; os principais autores teatrais e suas obras do período elisabetano; as obras de shakespeare e gêneros; principais peças e suas caracteristicas gerais; o universalismo de shakespeare; sobre a peça sonhos de uma noite de verão (geral); sobre os personagens da peça SNV; sobre o cenário proposto pelo texto ou usado em outras montagens para a peça SNV; o figurino; montagens e/ou filmes sobre SNV já realizados.
Ufaa… Estes são os tópicos que teremos que apresentar em seminário, sendo que para cada tópico, um aluno-ator ficou responsável (o que não é muita coisa, se for analisar). Será uma grande pesquisa, em que todos saberão um pouco sobre tudo, quando apresentado.
Segunda aula:
Nesta outra aula, enfim pegamos o texto xerocado da peça, e entre nós junto com a prof, começamos a fazer uma leitura do roteiro da peça “sonhos de uma noite de verão”, no qual cada aluno-ator lia em voz alta um personagem, e todos do grupo participaram da leitura.
A prof acompanhou e ajudou, e em algumas partes, parava e comentava sobre o que estava acontecendo, sobre o que tinham dito, como estava, etc, etc, algumas curiosidades, etc.
Conseguimos ler até metade do roteiro nesta aula. e só. fim.
=> Prox post: quarta, 8h
update: achei pela net, o filme "sonhos de uma noite de verão" de 1999. com legenda em portugues! neste site: http://felipe398.blogspot.com/2009/06/sonhos-de-uma-noite-de-verao.html são 8 partes pelo rapidshare e a legenda pega nos comentários do post, no megaupload.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ultimo Ensaio

éé… ta chegando o momento da apresentação final.

O ensaio foi como todos os demais. Sem regras, sem firulas, cada qual fazendo sua cena, passando, repassando, testando, experimentando…

Dai depois de um tempo, vieram as apresentações em sala, em turma, para que o prof visse e comentasse e orientasse tal cena, tal atuação, concentração, etc.

O legal, como sempre, são as dikas do prof para tais cenas e para nós todos em geral.

As que lembro: ao se fazer a cena, prestar atenção em mostrar o que o personagem está fazendo para que todos que assistem vejam. Não é dizer que nao pode ficar de costas, pode sim qndo é a proposta ou é necessário, mas na maior parte das vezes, deve-se ter noção do que está fazendo no palco e se está visivel para todos que pagaram para ver. Não adianta a gnt brincar de fingir em palco, mas se está apresentando, está o fazendo para que outros vejam (está se comunicando) e para tal, precisa ser visto, compreendido, escutado, etc etc…

Também deve evitar ficar esgueirando o olhar (qndo em cena) para alguem ou publico, para obter consentimento de que está certo ou errado o jeito que está fazendo em cena. A interpretação que você tem não tem como julgar certo ou errado. Mas a concentração em cima do palco tem como perceber se está ou não firmemente concentrado. Se está fingindo ou não. Então, o que se avalia em uma cena também é a concentração em que se atua. Não saindo e entrando na personagem: qndo em cena, nunca é o ator que está lá, mas a personagem!!!

Alem da concentração (que é importantérrima), movimentação, expressão corporal, interpretação (sua) da cena… Há outros aspectos a se considerar: O jogo com a Voz!!! A potencia da voz, o som das palavras, se estão bem desenhadas. A articulação enquanto se fala em cena, se consegue ouvir todas palavras claramente, sem perder nenhuma vogal com a respiração. Ah, note também a respiração do ator.

Se a cena for feita com dois atores ou mais, notar o que o ator que não está em evidencia no momento está fazendo. Se está como personagem, ou se neutraliza e fica à parte, esperando sua vez no jogo interpretativo?

Se acaso um ator fizer dois personagens diferentes, em duas cenas distintas, tomar cuidado na troca de personagens, para um nao ficar parecido com o outro. Cada qual é um personagem diferente, e tem q se portar de tal modo se sejam distinguiveis. Veja o exemplo da peça: o mistério de Irma Vap. (google it), ou: A tempestade (grupo Chapitó de Portugal) (google it denovo).

Bem, acho que é isto que me lembro da aula de hoje.

obs: venho conversando com outros amigos que fazem tal curso, mas em outro turno. E eles irão apresentar as cenas sem firulas de objetos, figurino ou sons. Apenas uma cena limpa, branca, clean. OU SEJA, embora o nosso prof tenha falado de pensar em sons, iluminação, objetos, figurinos… hoje ele se retratou falando: o que eu quero é perceber a interpretação que vocês deram para a cena de vocês. Se na interpretação de vocês necessitar de sons, luzes, figurinos ou qlr outra coisa, ok. Mas se não precisar, ok também.

Bom, agora acho que as dikas acabaram todas. As principais, claro. E por mim filtradas. Então é isso, beijos e até o post final (antes das férias, que comentarei da apresentação e últimas aulas e situações interessantes de serem contadas)

=> Prox Post: Ainda esta semana!!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Expressão Corporal e Ensaio de Falas

Pelo título, bem, não levem tão a sério a segunda metade do mesmo. O ensaio de falas foi um exercício, que é interessante, mas apenas um exercício dentro da aula de Expressão Corporal.

O início, sempre, alongamento próprio e depois caminhada para aquecimento. Desta vez, denovo, movimentamos as articulações (desta vez, pensando em cada articulação a ser movimentada) e durante a caminhada rápida, a prof começa o jogo do pega-panturrilha (esta brincadeira é, você tem que pegar/tocar/relar a maior quantidade de panturrilhas dos outros sem deixar que os outros peguem/toquem/relem na sua panturrilha. É d+, legal e cansativa. Ah, e aquece demais! rs rs )

[OBS: sempre antes de aquecer, fazer andar rápido, correr e dar um STOP. Dai volta no mesmo nível de caminhada e investe neste ciclo até entrar então no aquecimento do corpo para conseguir uma energia pulsante dos alunos-atores.]

Depois do jogo, Volta a andar normal, então a prof diz para que exploremos novas formas de andar usando 4 bases: os dois pés e as duas mãos. Logo depois, usando só 3 bases para locomoção, podendo explorar outras bases e não só mãos ou pés. Depois tentar somente 2 bases que não sejam os pés.

Ao ficar um tempo explorando cada jeito de se movimentar, voltamos a caminhar normalmente, desta vez, definido conforme a cena que fazemos nos ensaios. Então, quem faz as cenas em dupla, a dupla caminhava junto, um ao lado do outro. Quem faz a cena sozinho – EU – caminha sozinho. (até que então a prof pediu para que eu caminhasse junto com um dupla para que pudesse fazer o prox exercício).

A prof pegou o bambu (bastão) e então o deu um para cada dupla. E passamos para aquele exercício de ficar jogando o bambu de um para o outro. variando da mão direita, esquerda, jeitos diferentes de jogar o bambu um para o outro. até que então a prof pediu-nos para que, enquanto jogavamos o bambu, fossemos falando as falas que tinhamos decorados. concentrando tanto nas falas, mas também no jogo do bambu. e assim ficamos, um bom tempo, decorando as falas. Achei um bom jeito para se decorar as falas, pois a concentração não está nos movimentos de cena e outros poréns, mas só na fala!

Depois de um bom tempo jogando o bambu e repetindo as falas decoradas, devolvemos os bambus e voltamos a caminhar normalmente pela sala de ensaio. Mais devagar, mais devagar, beeem devagar, até então parar. Ao parar, faz um inspira-e-relaxa-coluna e então alonga bem os braços (por causa do jogo do bambu) e alonga o que acha que tem que alongar.

E fim de aula =P

=> Prox Post: Quarta, 8h

sábado, 29 de maio de 2010

Ensaio de Cena – part 1 e 2

Bem este post será escrito inteiro, porém foram duas aulas para poder escrevê-lo.

A primeira aula estarei escrevendo a partir daqui até onde falar que terminar =P

Começou com os grupos da aula anterior, que tinham ido pesquisar mais sobre o texto, historico-social, autor, personagens, mitologias, historias qu einfluencia a peça, etc. Estes alunos-atores-pesquisadores apresentaram o resultado de sua pesquisa para os demais, compartilhando informações acerca da obra que vamos encenar.

E após isso, o prof perguntou-nos com qual personagem identificamos. E assim, definiu as duplas para que fizessem uma cena da peça (cena na qual os personagens contracenavam e consequentes alunos-atores tinham escolhido entre si próprios com quem contracenar) Contudo, esta cena seria tratada não com falas decoradas, mas com o texto subjetivo dos personagens sendo dito verbalmente, isso tudo dentro de uma movimentação definida pela dupla. (entenderam? Não?  Nem nós! =P)

E então partiu cada aluno-ator, em duplas ou não, a ENSAIAR sua propria cena.

O que fizemos (eu e minha partner) {isto é um exemplo pessoal, não o pegue como sendo único e certo. Isso nem existe!} foi entender a cena primeiramente. Lemos, depois relemos compreendendo o subjetivo dos persoangens e o que eles queriam dizer com aquelas palavras do texto. Apenas analisamos o texto e tentamos buscar o texto subjetivo da cena em questão de nossos personagens.

E então que a aula terminou (a primeira aula) para que na próxima continuasse.

A outra aula começou, num outro dia, partindo de outro grupo apresentar uma pesquisa da história do teatro na grécia – como era o palco, figurino, cenário, palco, publico e também citou a história do autor da peça e as versões atuais que já fizeram desta peça.

O prof, no entanto, adora nos passar dikas – até como sermões, aff – anyway… Os principais pontos que guardei na mémória (lembrando que posso estar até enganado, who knows?) foi sobre a concentração para fazer-se uma tragédia. Que se os atores e publico nao estiverem concentrados, um exagero a mais torna a tragédia em comédia. Então – ainda mais para nós, que estaremos tanto apresentando como assistindo nossos colegas, temos que nos concentrar a ficar já no clima de tragédia, sem gracinhas e sem zombaria. // também disse que a pessoa-ator é um comunicador: e pediu (deu a dika) para que se caso fossemos fazer uma apresentação (até mesmo um seminário qualquer) que usemos de nossa teatralidade e o que aprendemos até então, para não ficarmos monótonos e sem vida. Se numa cena é preciso de um figurino, ou um objeto, então que fossemos pro-ativos e que trouxessemos o que precisássemos para fazer uma cena com mais dramaticidade. Que nós buscassemos sempre nos comunicar e nos fazer entendidos. E que procurássemos trabalhar esta essencia de um ator.

Então depois destas dikas, voltamos cada qual aluno-ator a continuar o ENSAIO de preparar a cena de onde paramos. Como eu e minha partner já tinhamos lido anteriormente, (exemplo pessoal e pratico, não configura o padrão, se é que existe um padrão =P ) então apenas nos lembramos dos principais intenções dos persoangens da cena e fomos para uma improvisação (sem usar o texto em mãos). O objetivo da cena – conforme o prof pediu-nos, era que trabalhassemos as intenções do personagens, principalmente na hora da entrada de uma cena; desde a movimentação em cena, até os pequenos gestos. Assim, depois da nossa primeira improvisação, tentamos refazer a cena, agora só falando os pensamentos dos personagens em voz audível. Tepois improvisãmos a cena novamente usando o Gramelô (blablação) para que entendêssemos nossos próprios gestos (e tentássemos outros). E por fim, voltamos a repetir o que de melhor tiramos das improvisações para definir nossa movimentação em cena, juntamente com nossos gestos e intenções subjetivas.

Então, ao final do ensaio, sentamo-nos todos para assistir as apresentações.

Após a primeira apresentação da cena ensaiada, o prof conversou com o aluno-ator e dialogou sobre o que este preparou-refletiu-e fez em cena. Dirigiu a cena, de forma a oferecer dikas para melhorar a interpretação da cena do aluno-ator. Pediu para repetir a cena, mudando tal e tal coisa, tentando tal movimentação, tal alteração gestual, etc. até que então terminasse essa direção e, então, começasse uma outra apresentação de cena (de outro aluno-ator).

O prof fez essa direção após cada apresentação de cena. Dialogou, procurou entender, ofereceu sugestões de direção e repetíamos a cena para tentar observar se a mudança tinha feito diferença. (na maioria das vezes, claro que fazia).

E assim foi até que a aula terminou.

Outra dika (sermão) que o prof nos disse, foi para que não apenas decorássemos o texto (como se decora uma formula matemática, ou data da revolução industrial), mas memorizassemos a peça a partir do fato de entender a situação-contexto-historia cultural-social-o autor-outras peças do autor e de análise de interpretação do texto propriamente dito. Pois assim, o ‘decorar’ viria como que naturalmente, sendo-nos necessario falar como escrito no texto, pois nenhum outro dizer repassará a intenção que o personagem deseja transmitir. =D

Obs: mal espero por voltar a ter outra aula de Ensaio do Texto.

=> Prox Post: Segunda, 8h

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Leitura do Texto

Então inicia-se uma nova aula, hoje, em função de termos definido um texto para trabalhar, é feito a primeira aula de ensaio do texto, sendo que fizemos uma primeira leitura, chamada: leitura branca (quando se lê o texto sem nenhuma pretenção, o primeiro contato com o texto, sem leitura dramática, sem nada de frescura).

Mas, contudo porém entretanto, a aula não ficou só nisso. (ainda bem). O prof conversou bastante conosco, explicando alguns pontos, dando dicas, etc, que vou tentar transmitir aqui (claro que o que vocês lerão será os principais tópicos que ele citou, passando pelo filtro de percepção e memória).

Algo de importante que achei que foi dito, foi quando ele separava o texto para uma leitura mais dinâmica de um texto de teatro. (no nosso caso, o texto é Medéia de Eurípides, tragediólogo grego). ele menciou que o para um melhor entendimento do proprio texto para/pelo ator é separá-lo/dividí-lo por assuntos. (além do normal que é um texto ser separado por cenas e até mesmo atos. Pois uma cena pode ter mais de um assunto em si; lembrando que cada cena é dividido pela entrada ou saída de personagem do palco/cena)

dito isso, o prof disse que estava separando o texto para fazermos uma leitura diferente. esta leitura seria feita por cada um de nós, mas como se já apresentando. Vou explicar melhor narrando:

“ o prof separou para uma menina ser a AMA do prólogo do texto, primeira cena. Já a segunda cena, com 2 personagens (ama e escravo) será feito/lido por outras duas pessoas diferentes. A terceira cena (com Ama e Medéia) será feita por outras duas pessoas; daí tem o coro (que é feito por outras pessoas). Depois do coro, tem a parte de Medéia e Creonte, que é feito por outras pessoas (podem ser repetidas até). E assim vai.

O interessante deste tipo de separação para se ler um texto, foi o toque dramático que foi dado: cada pessoa estudava sua pequena cena que teria que ler, e na hora de ler, se apresentaria na frente dos demais, como se já fosse um primeiro ensaio da cena: com interpretação, entonação, dando sua leitura de texto da forma como entendeu. Assim que terminasse, a proxima pessoa entraria em cena (se fosse algum persoangem que já estivesse em cena, então entraria no lugar de tal pessoa anterior) e continuaria dali a leitura-representativa do texto. E assim foi”

Contudo não conseguimos terminar todo o texto, e ficou para lermos em casa o roteiro.

Uma dika que o prof deu, então, foi quanto à leitura e dedicação do ator para com a peça. A dika maior era ler e reler e reler e reler o texto, pesquisando o que não souber, decifrando todo o texto. Esmiuçando. E rascunhando idéias e apontamentos e o que for para melhor entendimento do ator, no próprio xerox do texto. Um bom ator tem seu roteiro da peça todo rabiscado com apontamentos para que lhe dê um bom entendimento do próprio texto. Com um dicionário do lado para ajudar no entendimento de palavras que não sabe(ou um google ao lado, falando tecnologicamente, rs). e por aí vai.

O prof mencionou que de agora em diante, o texto não pode sair do lado do ator. Casa, ensaio, sempre lendo, sempre tentando entender, os personagens, a história, o enredo, as frases, etc e afim.

Bom, uma dika que ele tbm deu enquanto estávamos para apresentar a leitura-dramática-cena, foi sobre que num ensaio, o nível de concentração deve ser tal que quem assista compreenda e imagine que aquele ensaio será um dia (no futuro) uma encenação com figurino, maquiagem, luzes, cenário e que todo estes apetrechos ajudarão no entendimento da história. Mas que no ensaio, somente a imaginação se fará presente para este fim, por isto, muita concentração para conseguir compreender a cena-leitura-dramática.

Uhmmm…. Bem, acho que é isso. Esta aula foi BEM FOCADA no texto e direcionada para tal envolvimento. Não há muita coisa que poderia citar sem ser uma narração detalhada da aula (coisa que tentarei não fazer) [ meu objetivo aqui é citar e refletir e repassar a aula para que seja de uma forma genérica e encaixe em qualquer ensaio parecido, ou que seja uma dika para um desenvolvimento de ensaio parecido, ou que seja uma idéia para a formulação de um ensaio parecido ou não].

Até mais.

=> Prox Post: Sexta, 8h