segunda-feira, 31 de maio de 2010
Nota Mental: Mil Perdões
sábado, 29 de maio de 2010
Ensaio de Cena – part 1 e 2
Bem este post será escrito inteiro, porém foram duas aulas para poder escrevê-lo.
A primeira aula estarei escrevendo a partir daqui até onde falar que terminar =P
Começou com os grupos da aula anterior, que tinham ido pesquisar mais sobre o texto, historico-social, autor, personagens, mitologias, historias qu einfluencia a peça, etc. Estes alunos-atores-pesquisadores apresentaram o resultado de sua pesquisa para os demais, compartilhando informações acerca da obra que vamos encenar.
E após isso, o prof perguntou-nos com qual personagem identificamos. E assim, definiu as duplas para que fizessem uma cena da peça (cena na qual os personagens contracenavam e consequentes alunos-atores tinham escolhido entre si próprios com quem contracenar) Contudo, esta cena seria tratada não com falas decoradas, mas com o texto subjetivo dos personagens sendo dito verbalmente, isso tudo dentro de uma movimentação definida pela dupla. (entenderam? Não? Nem nós! =P)
E então partiu cada aluno-ator, em duplas ou não, a ENSAIAR sua propria cena.
O que fizemos (eu e minha partner) {isto é um exemplo pessoal, não o pegue como sendo único e certo. Isso nem existe!} foi entender a cena primeiramente. Lemos, depois relemos compreendendo o subjetivo dos persoangens e o que eles queriam dizer com aquelas palavras do texto. Apenas analisamos o texto e tentamos buscar o texto subjetivo da cena em questão de nossos personagens.
E então que a aula terminou (a primeira aula) para que na próxima continuasse.
A outra aula começou, num outro dia, partindo de outro grupo apresentar uma pesquisa da história do teatro na grécia – como era o palco, figurino, cenário, palco, publico e também citou a história do autor da peça e as versões atuais que já fizeram desta peça.
O prof, no entanto, adora nos passar dikas – até como sermões, aff – anyway… Os principais pontos que guardei na mémória (lembrando que posso estar até enganado, who knows?) foi sobre a concentração para fazer-se uma tragédia. Que se os atores e publico nao estiverem concentrados, um exagero a mais torna a tragédia em comédia. Então – ainda mais para nós, que estaremos tanto apresentando como assistindo nossos colegas, temos que nos concentrar a ficar já no clima de tragédia, sem gracinhas e sem zombaria. // também disse que a pessoa-ator é um comunicador: e pediu (deu a dika) para que se caso fossemos fazer uma apresentação (até mesmo um seminário qualquer) que usemos de nossa teatralidade e o que aprendemos até então, para não ficarmos monótonos e sem vida. Se numa cena é preciso de um figurino, ou um objeto, então que fossemos pro-ativos e que trouxessemos o que precisássemos para fazer uma cena com mais dramaticidade. Que nós buscassemos sempre nos comunicar e nos fazer entendidos. E que procurássemos trabalhar esta essencia de um ator.
Então depois destas dikas, voltamos cada qual aluno-ator a continuar o ENSAIO de preparar a cena de onde paramos. Como eu e minha partner já tinhamos lido anteriormente, (exemplo pessoal e pratico, não configura o padrão, se é que existe um padrão =P ) então apenas nos lembramos dos principais intenções dos persoangens da cena e fomos para uma improvisação (sem usar o texto em mãos). O objetivo da cena – conforme o prof pediu-nos, era que trabalhassemos as intenções do personagens, principalmente na hora da entrada de uma cena; desde a movimentação em cena, até os pequenos gestos. Assim, depois da nossa primeira improvisação, tentamos refazer a cena, agora só falando os pensamentos dos personagens em voz audível. Tepois improvisãmos a cena novamente usando o Gramelô (blablação) para que entendêssemos nossos próprios gestos (e tentássemos outros). E por fim, voltamos a repetir o que de melhor tiramos das improvisações para definir nossa movimentação em cena, juntamente com nossos gestos e intenções subjetivas.
Então, ao final do ensaio, sentamo-nos todos para assistir as apresentações.
Após a primeira apresentação da cena ensaiada, o prof conversou com o aluno-ator e dialogou sobre o que este preparou-refletiu-e fez em cena. Dirigiu a cena, de forma a oferecer dikas para melhorar a interpretação da cena do aluno-ator. Pediu para repetir a cena, mudando tal e tal coisa, tentando tal movimentação, tal alteração gestual, etc. até que então terminasse essa direção e, então, começasse uma outra apresentação de cena (de outro aluno-ator).
O prof fez essa direção após cada apresentação de cena. Dialogou, procurou entender, ofereceu sugestões de direção e repetíamos a cena para tentar observar se a mudança tinha feito diferença. (na maioria das vezes, claro que fazia).
E assim foi até que a aula terminou.
Outra dika (sermão) que o prof nos disse, foi para que não apenas decorássemos o texto (como se decora uma formula matemática, ou data da revolução industrial), mas memorizassemos a peça a partir do fato de entender a situação-contexto-historia cultural-social-o autor-outras peças do autor e de análise de interpretação do texto propriamente dito. Pois assim, o ‘decorar’ viria como que naturalmente, sendo-nos necessario falar como escrito no texto, pois nenhum outro dizer repassará a intenção que o personagem deseja transmitir. =D
Obs: mal espero por voltar a ter outra aula de Ensaio do Texto.
=> Prox Post: Segunda, 8h
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Notas Mentais - Desculpas
Espero que entendam. Obrg. Até.
=> Prox Post: Amanhã, 10h
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Expressão Corporal
Começando com os 10min de alongamentos que nós próprios (alunos-atores) devemos fazer por nós mesmos (da cabeça ao pé, passando por todos principais membros, ou vice-versa).
Então caminhamos mais rapido, mais rapido, mais e mais e veio uma brincadeira para nos aquecer. Regra do Jogo: pegar na panturrilha (batata da perna) de outras pessoas e não deixar pegarem na tua. Quem mais pegar e menos ser pego ganha. (E lá foi nós, meras crianças crescidas, correr uns atrás dos outros, sem nem lembrar que era um aquecimento do ensaio =P Mas foi mto legal e cansou). Depois da prof decidir terminar, voltamos a andar bem mais rapido pela sala, mais rapido, começar a correr e então, correndo, recomeçar a mesma brincadeira anterior. (aquecer mais ainda).
Ao terminar, voltamos a caminhar rapidos e STOP. Estátua firme e contraído os músculos para dar rigidez.Com uma PALMA e muda para outra posição de estátua rapidamente. PALMA. entoa volta a caminhar. Mais rapido, mais rapido, mais e PALMA (tempo) PALMA (tempo) PALMA, PALMA, PALMA (tempo, tempao) PALMA. Volta a caminhar rapidão e PALMA (tempo) PALMA e mais palmas intercaladas com tempo para se concentrar na posição. até que então a prof pede para que a cada palma e a cada posição de estátua, começemos a nos relacionar com outras estátuas, criando um jogo em stop-motion de interpretação. Com duas pessoas, ou três, quatro, quem chegasse e entrasse no relacionamento era para ir se envolvendo. E as palmas continuavam a ritmar os movimentos. até que após uma última palma, era para que continuássemos o relacionamento com os demais, num contínuo (como se as palmas fossem ultrarrapidas). Continuar no envolvimento por contato. Uma improvisação por contato, com um ou mais pessoas nesse exercício.
Então que, depois de finalizado, e subdivididos em 3 grupos, eramos para caminhar pela sala como um grupo-coro (sendo que agora haviam 3 grupos-coro). depois de caminhar um tempo interessante, a prof parou e nos deu (para cada grupo-coro) uma fala do CORO do texto em que estamos estudando (MEDEIA de Eurípides). Era para que cada grupo-coro decorasse a fala (ela tinha escolhido pequenas falas) mas que criasse uma movimentação como coro, como grupo, para que completasse o sentido da fala destinada a cada grupo. (a movimentação seria meio que coreografada mesmo, para dar idéia de coro-grupo uniforme).
Então tivemos um tempo para podermos ler a fala, decorar juntos, e ensaiar a movimentação em grupo com as falas decoradas. (aqui, teríamos toda criatividade para criar a tal ‘cena’ )
Apresentamos então, cada grupo a sua cena (vinda de uma fala do CORO do texto) (sendo que eram falas diferentes por grupo)
depois de apresentar, sentamos e discutimos o sentido do exercício, e nossas percepçoes acerda do feito.
=> Prox Post: Sexta, 8h